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Destaques Proteção Civil

Município de Baião e Bombeiros do concelho juntos pela eliminação da Vespa Asiática

A Câmara Municipal de Baião celebrou uma parceria com os Bombeiros Voluntários de Baião e de Santa Marinha do Zêzere, que entrou em vigor a 1 de janeiro, para juntos combaterem a vespa asiática.

Perante a constatação de um crescente número de ninhos de vespa asiática (velutina) no Concelho de Baião, e de forma a garantir uma resposta mais célere e eficiente ao problema, a Câmara Municipal e as duas corporações de bombeiros do concelho, acordaram que, doravante, serão estas as entidades com competência para a eliminação destes ninhos.

De 1 de janeiro em diante caberá a cada corporação a intervenção na respetiva área de atuação. A autarquia fica responsável por monitorizar e gerir as identificações e denúncias recebidas pelos cidadãos, encaminhando as mesmas, depois de previamente validadas, às corporações de Bombeiros que depois procederão ao extermínio dos ninhos. Na sequência deste acordo, a autarquia baionense entregou a cada corporação de bombeiros concelhia um kit de combate à vespa que será fundamental para ajudar os soldados a exterminar os ninhos com sucesso.

No entanto, nem só aos Bombeiros e à autarquia cabe esta responsabilidade: a identificação e denúncia da existência de ninhos de Vespa Asiática cabe a todos e deverá ser comunicada através de um dos seguintes meios:

– Contactar o serviço Municipal de Proteção Civil da Câmara Municipal de Baião (contactos infra).

– Contactar a GNR, através da linha SOS Ambiente e Território (808 200 520).

– Inserir/georreferenciar online o ninho ou os exemplares de vespa e preencher online um formulário com informação sobre os mesmos, disponível no portal www.sosvespa.pt.

Deverá ser anexada, sempre que possível, uma fotografia da vespa ou do ninho, para possibilitar a sua identificação.

As juntas de freguesia locais estão disponíveis para auxiliar os cidadãos no preenchimento dos dados na plataforma www.sosvespa.pt.

Refira-se a importância desta plataforma que, através da georreferenciação online dos ninhos desta praga, contribui para a comunicação entre os técnicos de Proteção Civil Municipal, a população e a Administração, bem como, para a tomada de decisão.

Com esta plataforma é possível preencher um formulário simples com as características do ninho, bem como anexar fotografias do mesmo. A Plataforma envia de seguida avisos automáticos aos técnicos de Segurança Pública e Proteção Civil da respetiva área de jurisdição que se encontrem registados na plataforma, para que estes passem a agir de forma mais imediata e adequada nos focos de expansão da praga.

Qualquer informação, comunicada através dos meios atrás referidos, será encaminhada para a Câmara Municipal de Baião que dará o devido seguimento ao processo.

Paulo Pereira, presidente da Câmara Municipal de Baião, mostrou-se muito satisfeito por poder contar com a ajuda dos Bombeiros Voluntários na resolução deste problema. “O acordo recentemente celebrado visa dar uma resposta mais eficiente a esta problemática. A ideia é que sejamos rápidos a resolver as ocorrências que nos cheguem”, diz.

A vespa velutina é uma espécie asiática característica de regiões tropicais e subtropicais do norte da Índia ao leste da China, Indochina e ao arquipélago da Indonésia, sendo a sua existência reportada desde 2011 na região norte de Portugal.

Apesar das tentativas de controlo dos últimos anos, a vespa asiática foi avistada em 12 distritos do país até ao final de 2018.

O Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas tem alertado para os efeitos da presença desta espécie não indígena, sobretudo na apicultura, por se tratar de uma espécie carnívora e predadora das abelhas.

Essa predação das abelhas melíferas constitui-se como o principal problema causado pela vespa asiática uma vez que tem uma influência muito negativa na realização de polinização e, como tal, na diminuição da biodiversidade.

A vespa asiática pode, também, constituir-se como uma ameaça para a saúde pública, reagindo de modo agressivo quando sente os ninhos ameaçados, não sendo, no entanto mais perigosa para as pessoas que a espécie endémica vespa europeia (Vespa crabro) que sempre existiu na nossa região.

José Manuel Ribeiro, comandante operacional da Proteção Civil de Baião apela aos cidadãos para que “não tentem efectuar a destruição dos ninhos por meios próprios (muitas vezes desadequados) e que não utilizem armadilhas de forma descontrolada, porque esta metodologia pode ser prejudicial para a biodiversidade, principalmente para a vida dos insetos polinizadores. A utilização de armadilhas, por pessoal especializado, é considerado o melhor método de limitar localmente o impacto das mesmas sobre abelhas, outros insetos e, eventualmente, pessoas”.

A picada da vespa asiática provoca uma dor dolorosa. Os casos de alergia não são frequentes mas, no caso de ocorrerem, deve ser acionado o 112 e o encaminhamento imediato a um Centro de Saúde ou Hospital. No caso de picadas múltiplas, por exemplo em resposta a perturbação de um ninho de grande dimensão, o cidadão deve procurar socorro urgente, mesmo não sendo uma pessoa alérgica, porque a quantidade de veneno introduzido no corpo humano nesta sequência pode afetar órgãos vitais, inclusivamente a longo-prazo. Quando a picada é situada numa zona sensível, como o pescoço, é sempre conveniente os cidadãos dirigirem-se a um Centro de Saúde.

O Serviço Municipal de Proteção Civil de Baião está disponível para esclarecer os cidadãos relativamente a eventuais dúvidas que possam surgir no seguimento deste assunto. Os munícipes poderão fazê-lo através dos telefones 939 998 036/939 998 039/939 994 094 e/ou do e-mail proteccao.civil@cm-baiao.pt.

Se preferirem, podem esclarecer-se, também, junto do/a seu/a Presidente da Junta.

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