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Correu bem o primeiro dia da Feira do Fumeiro, do Cozido à Portuguesa e dos Vinhos de Baião

Nem a chuva intimidou os muitos visitantes que se dirigiram à tenda da Feira do Fumeiro, do Cozido à Portuguesa e dos Vinhos de Baião neste primeiro dia de certame. Se “festa molhada é festa abençoada”, assim foi. O espaço foi muito concorrido, e desde as compras, aos jantares e à animação, houve de tudo um pouco.

O Grupo de Bombos da Associação de Trabalhadores da Câmara Municipal de Baião deu o “tiro” de partida e, em arruada, acompanhou o executivo municipal que cumprimentou, um a um, todos os produtores presentes na feira, assim como os proprietários dos restaurantes, levando desejos de “bom negócio” e agradecimentos.

Paulo Pereira, presidente da Câmara Municipal de Baião, a liderar a comitiva baionense, mostrou-se muito satisfeito por ver presentes na feira “o maior número de produtores de sempre” e congratulou-se por constatar que “mais viriam, se a tenda tivesse maior capacidade”, refletindo o crescimento do setor no concelho.

O autarca baionense recordou, ainda, que o certame, que decorre até domingo, tem imenso sucesso ano após ano, lembrando as “10 mil pessoas” que passaram pelo recinto na edição passada e a “oportunidade que proporciona aos produtores, dando, além de visibilidade ao seu trabalho, a hipótese de venderem a públicos muito distintos” porque pela feira passam, não só portugueses, como muitos turistas estrangeiros.

José Lima, vereador dos Assuntos Económicos da Câmara Municipal de Baião, destacou “a qualidade dos produtos expostos”, nomeadamente “os cuidados que os produtores têm na preparação do fumeiro, em todas as suas fases”, processo que é acompanhado por técnicos especializados durante todo o ano.

A organização estima que até ao final do certame sejam servidas cerca de 4.000 refeições, às quais acrescem as que serão apreciadas nos restaurantes do concelho, por estes dias cheios de visitantes oriundos de vários pontos do país.

Além do fumeiro, dos doces regionais, dos licores, compotas ou artesanato, também os vinhos verdes da casta avesso têm lugar de destaque no recinto, com um espaço onde os visitantes podem provar e adquirir algumas das melhores marcas produzidas na sub-região de Baião.

Durante o jantar, servido por 3 restaurantes, com capacidade para sentar, em simultâneo, até 550 pessoas, foram vários os elogios à composição do menu que inclui entradas variadas, onde os ovos com salpicão são protagonistas, o arroz de moira malandrinho com grelos, o imponente cozido à portuguesa e as irresistíveis sobremesas. Tudo bem regado com vinho verde ou sumo de laranja natural produzido com as saborosas laranjas da Pala.

No meio da multidão, neste primeiro dia de abertura, destacava-se um grupo de portugueses a viver em França que há muito tempo “queriam vir à feira” mas “só este ano tiveram oportunidade”. Habitam em Dijon, a 300 quilómetros de Paris, uma pequena Vila onde a comunidade portuguesa tem “uma presença muito forte”. É através da Associação Dijon ULFE, que está a celebrar 20 anos, que dinamizam diversas atividades em França, onde o rancho, o fado, o desporto ou o ensino do português têm lugar de destaque. Renderam-se aos aperitivos do jantar e ao sumo de laranja natural. Amanhã querem voltar porque vão querer levar para Dijon a “bôla de sardinha”.

A noite foi animada pelo Grupo de Concertinas de Santiago de Queimada que, nos diversos giros que fizeram pelas mesas sacaram muitas gargalhadas e aplausos ao público presente, e pela Banda Musical da Casa do Povo de Santa Marinha do Zêzere que trouxe um reportório maioritariamente ligeiro onde couberam músicas dos Scorpions, Mariza e ouras bem populares.

 

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