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PLANO E ORÇAMENTO APROVADOS POR MAIORIA

2017/11/23

Foi, hoje, aprovado por maioria (cinco votos a favor do Partido Socialista e duas abstenções do Partido Social Democrata), em reunião do executivo municipal, o Plano e Orçamento da Câmara Municipal de Baião.
Paulo Pereira, presidente da Câmara Municipal de Baião, considera tratar-se de "um orçamento que abre as portas a um novo ciclo de desenvolvimento virtuoso, fortemente alicerçado nos compromissos que assumimos com os baionenses".
Os eixos da proposta do executivo assentam na continuação e aprofundamento das ações mais emblemáticas e de boas práticas amadurecidas que transitam dos mandatos anteriores, complementado com eixos de desenvolvimento que continuarão a permitir o crescimento sustentável do território.
"É um orçamento que se orienta para as Pessoas. Estas estão no centro da nossa ação, procurando criar oportunidades de investimento e ir de encontro às aspirações dos baionenses da forma mais abrangente possível", explicita Paulo Pereira.
Uma componente importante deste Plano assenta nas oportunidades de investimento em equipamentos e ações imateriais que os Fundos Comunitários permitem, nomeadamente com a regeneração urbana das vilas, nomeadamente as de Sta. Marinha do Zêzere e de Ancede, mas igualmente, a requalificação do Mosteiro de Santo André de Ancede (com um projecto do Arquitecto Siza Vieira), do Edifício da Biblioteca-Museu e da tão ansiada construção do circuito pedonal da albufeira da Pala.
Numa postura de reconhecimento da importância do papel das Juntas de Freguesia, é de sublinhar o aumento em 16,5% das verbas que a Câmara Municipal irá transferir para as freguesias do município, por forma a permitir uma melhor e maior ação de proximidade junto de todos os munícipes.
O crescimento do investimento é feito num plano equilibrado e rigoroso que abrange todo o território, assumindo o edil que este Orçamento é "otimista, arrojado, ambicioso, mas realista que faz face aos desafios e constrangimentos provocados quer pela dificuldade que nos deparamos com a insuficiência dos recursos humanos, quer com o atraso do financiamento comunitário, ou mesmo com as contribuições que o município efetua para o Fundo de Apoio Municipal, aos quais deveremos considerar igualmente o ‘corte' de mais de 4 milhões de euros nas transferências do estado, desde 2011".

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