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"7 MARAVILHAS NATURAIS DE PORTUGAL" - APELO AO VOTO NO DOURO PARTIU DE BAIÃO

2010/06/22

Baião, "um concelho de Vida Natural", foi o município escolhido de entre todos os concelhos banhados pelo Douro, para acolher a apresentação da candidatura do Vale do Douro ao projecto "7 Maravilhas Naturais de Portugal". José Luís Carneiro apelou ao voto nesta candidatura, destacando o potencial paisagístico, natural, cultural e literário desta região.

Na sessão, que decorreu a 22 de Junho no Douro Palace Hotel, o autarca serviu de anfitrião a várias entidades, nomeadamente a Comissão de Coordenação e Desenvolvimento da Região Norte, o Pólo de Turismo do Douro, a Estrutura de Missão Douro, a Associação de Empresários de Turismo do Douro e aos autarcas de Alijó, Freixo de Espada à Cinta e Santa Marta do Penaguião. Na plateia estiveram ainda outras individualidades estritamente ligadas ao turismo da região.

Durante a sua intervenção, José Luís Carneiro, frisou o potencial turístico do Vale do Douro, que lhe permite ser uma região em crescimento turístico no âmbito do Porto e Norte de Portugal. O também vice-presidente da Associação de Municípios Ibéricos Ribeirinhos do Douro, nomeou ainda a ligação do concelho aquele rio, que serviu de inspiração a escritores como Eça de Queiroz ou Alves Redol e permitiu escoar as produções de vinho do Mosteiro de Santo André de Ancede.

Rui Moreira, presidente da Associação Comercial do Porto participou no evento na qualidade de padrinho da candidatura que a região duriense apresentou ao projecto "7 Maravilhas Naturais de Portugal", cuja votação decorre até 7 de Setembro. A candidatura do Vale do Douro encontra-se, conjuntamente com as Portas de Ródão, no rio Tejo, e a Lagoa das Sete Cidades, no Açores, entre as três finalistas das "7 Maravilhas Naturais de Portugal", na categoria de Zonas Aquáticas Não Marinhas.

"Espero que este espírito perdure para além daquilo que é um concurso importantíssimo que gostaríamos muito de ganhar. A candidatura tem de ser esta aposta numa imagem unificada, mas tem de ser também esta ideia da sustentabilidade, da biodiversidade. Mostrarmos o Douro às pessoas que não o conhecem, de percebermos que isto é algo que vale também a pena para quem é de cá, porque se assim não for esgota-se num concurso", observou Rui Moreira.

Ricardo Magalhães, líder do Projecto da Estrutura de Missão para a Região Demarcada da CCDR-N, afirmou por sua vez que "a candidatura tem de ser um instrumento de divulgação que permita levar mais longe a riqueza do património natural, porque se está a falar de um recurso estratégico com valor económico".

A campanha de promoção vai começar em Julho, prolongando-se até Setembro, e incluirá material publicitário nos órgãos de comunicação social, incluindo a televisão.

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